[Proseando com o MLI] Nº 0001 - Expectativas para as Jornadas de 2015

É...
Pois é...
Nesta estreia do espaço/programa:

"Proseando com o M.L.I"

Optamos por trazer/rever as falas de três figuras de destaque nas jornadas de 2013 que (seja no fim de 2014, seja nos primeiros dias de 2015), tiveram a gentileza de prosear conosco e colocar pra fora algumas expectativas e anseios para 2015, vamos ouvir?

Borandar e ouvir!!



Vitor Araújo
Fala concedida durante o Ato "Ferguson é Aqui"
18 de Dezembro de 2014 / Praça da República/SP



Érica Oliveira
Fala concedida durante a "Aula Pública: Tarifa Zero Já!"
05 de janeiro de 2015 / Vale do Anhangabaú/SP



Bruno Torturra
Fala concedida durante a "Aula Pública: Tarifa Zero Já!"
05 de janeiro de 2015 / Vale do Anhangabaú/SP



Batuta esta volta ao passado não é? Mesmo que seja um passado tão recente...

Gostaram? Que batuta!!

Até o próximo!!

Obs: Este será um espaço/programa/projeto, publicado sempre aos domingos, quando o relógio marcar 11h22. Inicialmente, os 4 primeiros programas, serão semanais (07, 14, 21 e 28 de junho), até para vocês irem se acostumando com ele mas, a partir de julho, ele passará a ser quinzenal... Qualquer mudança será avisada pois respeitamos muito a companhia de vocês (7 ou 8) que se esforçam em nos acompanhar!


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1 comentários:

  1. Untitled #1
    Manifestar é uma arte. Pois a arte, de certa forma, nada mais é do que um manifesto. Um manifesto da alma dos artistas, revelada em tantas formas, cores, letras, sons e interpretações que não há como listar todas aqui. Artistas antes denominados rebeldes, revolucionários, loucos, hoje são aplaudidos, chamados de gênios, de mestres. Nos revelaram seus íntimos, e nos deram suas ideias e ideais, suas almas, suas vidas. Artistas nos trouxeram mudanças, muitas das quais um dia eram “loucura e blasfêmia”. Logo, o que são os artistas, senão manifestantes? O que é a arte, senão um grande e complexo manifesto? Como negar, então, que manifestar é uma arte? Como negar que manifestantes são artistas? Artistas que estão revelando seus desejos, dando sangue, suor e lágrimas, lutando, para nos trazer mudanças? Como negar que, aqueles que hoje chamam esses artistas de “loucos, vândalos, desocupados e rebeldes”, amanhã não estarão agradecendo, e até mesmo glorificando aqueles que estão nas ruas, expressando pela luta, pela resistência, os desejos de muitos, os pedidos de muitos, a única chance de muitos?

    A arte de manifestar está acontecendo. A luta pelos direitos de todos é uma expressão do desejo de liberdade, do sonho de igualdade. É uma grande tela, senão uma imensa abóbada, que está sendo pintada, apesar de muito oprimida. E os artistas resistem, e a pintam com amor e determinação. Podem apanhar, podem ouvir difamações e serem chamados por diversos termos. Podem sofrer as mais variadas formas de opressão. Como artistas, como manifestantes, eles não irão parar, até a obra estar completa, ou até terem morrido.

    Até mudanças terem acontecido. Até que suas almas sejam aplaudidas. E serão.
    -Mylena Cestari, 20 de novembro de 2014

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