Não Feche a Minha Escola (parte 02)

Texto e Imagens: Régis (Mídia Arrow)


Seguindo a Saga da "Reorganização do Ensino", estive presente neste terceiro Ato organizado pelos alunos secundários. O relato é parte 02 mas, o Ato, em si, foi o terceiro.



Como consta na foto acima o Ato começou cedo, como todos os outros dois anteriores. A intenção deste, no entanto, era para apoiar outro Ato que estava marcado para ocorrer as 10:00 horas em frente ao Palácio dos Bandeirantes.

Levantei cedo e fui para o local marcado, Largo da Batata. Cheguei por lá bem antes do horário e pude observar a chegada de todos que, aos poucos, foram lotando o lugar e começaram a produzir seus cartazes e faixas.









Próximo das 10:00 horas uma Assembléia foi realizada para definir para onde iriam. SIM, para onde iriam pois, uma das propostas foi de que todos fossem para a Av. Paulista, o que revoltou uma grande parte da galera que estava por lá desde cedo, assim como à mim.

Após muita discussão a proposta real foi acatada e, todos começaram a ir para o Palácio dos Bandeirantes, com o propósito de fechar a Marginal Pinheiros.





Caminhamos....






Caminhamos.... E chegamos na Marginal.








A caminhada era longa e não estava fácil caminhar no calor que fazia...





Durante quase 6 km de caminhada o pessoal refrescou-se em um chafariz...


Fez uma pausa para descansar, tomar um pouco de água e encher as garrafas, foi gentilmente cedida por um morador ou funcionário de uma das residências.



E FINALMENTE CHEGAMOS NO PALÁCIO DOS BANDEIRANTES!!!!





Anarquistas queimaram uma bandeira do Estado de São Paulo




Algumas palavras de ondem foram ditas em um carro de som e logo o "clima esquentou" quando o povo começou a falar que iria invadir o local aos gritos de "DEIXA PASSAR A REVOLTA POPULAR!"

Adeptos da Tática Black Block lançaram rojões, chutaram os portões e atiram pedras no Palácio, símbolo do poder do Estado.







A tropa de choque, que estava dentro do Palácio, revidou com bombas de efeito moral e de gás lacrimogênio, o que fez todo mundo dispersar e acabou ferindo uma professora que foi socorrida pelo pessoal do GAPP (Grupo de Apoio ao Protesto Popular)



Um carro importado foi atingido por pedras por representar o capitalismo que, na região do Morumbi, contrasta a diferença social.


 Sem mais nenhuma novidade, o povo foi seguindo e sendo seguidos até o Estádio do Morumbi e, lá o ato acabou.



Foi um dia cansativo mas não posso deixar de homenagear os professores.

PARABÉNS PELO DIA DE VOCÊS, MESTRES!

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